
No decorrer da caminhada existem momentos em que a espera se torna difícil. Se pararmos e prestarmos bem atenção ao motivo disso, veremos que apenas deixamos de focalizar o alvo da nossa peregrinação. Começamos a ver necessidades que não existem. Coisas que quando alcançarmos não satisfazem o nosso coração, facilmente perdem seu valor. Deixamos de crer que o Senhor é suficiente para nós. Não damos importância à caminhada. Queremos chegar logo ao final dela. Damos mais valor aos nossos desejos do que ao Senhor.
Nesses momentos nosso coração se torna triste, fraco e sem ânimo. Começamos a correr atrás do vento, pensando que Deus não suprirá nossas necessidades. Ficamos cansados tentando conseguir com nossas próprias forças aquilo que aparentemente Deus não querer nos dar, e nos frustamos por não conseguir. Terminamos mais abatidos vendo nossa esperança ir embora.
Mas graças a Deus que não pemite que fiquemos por tanto tempo assim. Logo, em seu amor, ele nos faz lembrar que seus planos são mais altos que os nossos. Meus braços não precisam ser fortes para lutar. O que preciso é de um coração rendido ao Senhor e que se alegra em sua vontade, confiante no Deus da história que escreveu a maior histótia de amor, a do seu próprio amor para conosco que não muda. Eu não poderia escrever uma história melhor para mim.
Lembrado disto, posso voltar a descansar no meu Deus e desfrutar da histótia que está sendo escrita. Deus conosco.
“Retorne ao seu descanso, ó minha alma, porque o Senhor tem sido bom para você!” (Sl 116.7, NVI.)
