Tesouro Inesgotável

7 04 2008

Tesouro Inesgotável

“Eu os fiz conhecer o teu nome, e continuarei a fazê-lo, a fim de que o amor que tens por mim esteja neles, e eu neles esteja.” (Jo 17.26.)

O caminho em que Deus nos guia é perfeito. Ele prepara o nosso coração para que possamos escutar sua voz. Depois de escrever ontem a noite um pouquinho sobre desviar o olhar daquele de quem realmente necessitamos para corrermos atrás do vento. Hoje pela manhã li sobre a satisfação que há em Cristo. Como meu coração se alegrou em perceber a grandiosidade da graça de Deus que é revelada em Cristo. Mesmo sem merecimento algum, Deus, por amor, restaura o nosso relacionamento com ele para que possamos desfrutá-lo para sempre.

John Piper escreve sobre como podemos desfrutar deste amor que ninguém poderá nos tirar.

Se o prazer de Deus no Filho se tornar o nosso prazer, então, o objeto do nosso prazer – Jesus – será inesgotável em valor pessoal. Ele nunca se tornará enfadonho, desapontador ou frustrante. Não se pode conceber um tesouro maior que o próprio Filho de Deus. Além disso, nossa capacidade de experimentar este tesouro maior que o próprio Deus. Além disso, nossa capacidade de experimentar este tesouro inesgotável não será limitada pela fraqueza humana. Desfrutaremos do Filho de Deus com o mesmo gozo de seu Pai onipotentemente feliz. O deleite de Deus em seu filho estará em nós e será nosso. E isso nunca acabará, porque o Pai e o Filho jamais acabam. O amor que têm Um pelo Outro será o nosso amor por eles e esse amor nunca morrerá.

Cristo é o nosso tesouro que temos pela graça de Deus. Nele temos grande prazer que ninguém nem nada mais poderá tirar. Precisamos de mais alguma coisa? “Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?” (Rm 8.32.)

É, não precisamos de mais nada.

O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.” (Sl 23.1.)





A espera não pode matar a esperança

7 04 2008

A espera não pode matar a esperança

No decorrer da caminhada existem momentos em que a espera se torna difícil. Se pararmos e prestarmos bem atenção ao motivo disso, veremos que apenas deixamos de focalizar o alvo da nossa peregrinação. Começamos a ver necessidades que não existem. Coisas que quando alcançarmos não satisfazem o nosso coração, facilmente perdem seu valor. Deixamos de crer que o Senhor é suficiente para nós. Não damos importância à caminhada. Queremos chegar logo ao final dela. Damos mais valor aos nossos desejos do que ao Senhor.

Nesses momentos nosso coração se torna triste, fraco e sem ânimo. Começamos a correr atrás do vento, pensando que Deus não suprirá nossas necessidades. Ficamos cansados tentando conseguir com nossas próprias forças aquilo que aparentemente Deus não querer nos dar, e nos frustamos por não conseguir. Terminamos mais abatidos vendo nossa esperança ir embora.

Mas graças a Deus que não pemite que fiquemos por tanto tempo assim. Logo, em seu amor, ele nos faz lembrar que seus planos são mais altos que os nossos. Meus braços não precisam ser fortes para lutar. O que preciso é de um coração rendido ao Senhor e que se alegra em sua vontade, confiante no Deus da história que escreveu a maior histótia de amor, a do seu próprio amor para conosco que não muda. Eu não poderia escrever uma história melhor para mim.

Lembrado disto, posso voltar a descansar no meu Deus e desfrutar da histótia que está sendo escrita. Deus conosco.

Retorne ao seu descanso, ó minha alma, porque o Senhor tem sido bom para você!” (Sl 116.7, NVI.)